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  • A acessibilidade digital é uma necessidade para o seu negócio

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    Junto ao nosso novo parceiro BCR.CX, empresa de customer experience, preparamos um webinar muito especial com o tema “Acessibilidade Digital: Uma necessidade para o seu negócio!”.

    No webinar, você fica por dentro do que é acessibilidade digital, a importância de adotá-la nas empresas e os impactos que ela pode causar nos negócios.

    Este é um tema de grande urgência nos próximos anos. E, se a sua empresa ainda não é uma promotora da inclusão digital, este conteúdo é para você!

    É possível conferir o webinar na íntegra pelo canal do Youtube da BCR.CX ou acompanhar o nosso artigo abaixo que traz um resumo bem interessante sobre tudo que Jaques Haber, Head de Impacto da EqualWeb Brasil, e Ricardo Hechtman, Head de Inovação, falaram no webinar. Confira!

    Antes de começar este artigo, gostaríamos de fazer uma reflexão: você sabe o quanto as empresas perdem por não ter acessibilidade digital? É isso que vamos explorar aqui hoje!

    É muito importante falarmos sobre acessibilidade digital, especialmente nesse contexto de transformação digital que estamos vivendo. Com a pandemia, vimos uma aceleração muito grande do processo de digitalização e as pessoas passaram a estar ainda mais envolvidas com o ambiente digital.

    Contudo, a internet ainda não é um local inclusivo e acessível. Hoje, ¼ da população mundial tem dificuldade para consumir conteúdo na web. No Brasil, essa realidade é ainda mais dura: 99% dos sites não são acessíveis.

    Mas com o propósito de transformar esse cenário, surge uma tecnologia de Inteligência Artificial e Machine Learning no mercado brasileiro, com o propósito de tornar os sites de empresas brasileiras acessíveis a todas as pessoas. Essa é a EqualWeb!

    Sendo o Brasil um país tão plural, não oferecer um acesso amplo ao ambiente online é uma forma de discriminação e uma violação do direito das pessoas a autonomia e liberdade para consumir conteúdos digitais.

    Direito esse que é tirado de mais de 60 milhões de pessoas que possuem alguma deficiência ou limitação ao navegar na web. Deste grupo, 45 milhões têm alguma deficiência, segundo dados do IBGE. Ainda mais se pararmos para pensar que já existe uma Lei que obriga os sites a serem acessíveis, a Lei Brasileira de Inclusão, há mais de 6 anos.

    Hoje, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) ressalta que para um site ser acessível, ele precisa usar as melhores práticas do WCAG (Web Content Accessibility Guidelines).

    As diretrizes do WCAG são fundamentais para que o website atinja níveis adequados de contraste na página, descreva as imagens corretamente a um usuário cego que usa leitor de tela, para identificar os níveis de título dentro da página (H1, H2, H3), ou para saber se o ícone é um botão que vai levar para alguma página ou link.

    Portanto, um desenvolvedor ou especialista em acessibilidade precisa conhecer os itens do WCAG a fundo. Mas imagine agora, para um desenvolvedor, que está fazendo um site do zero, ter que ajustar todas as páginas no código, e seguir essas diretrizes. Demandaria um investimento alto, uma equipe especializada e um espaço de tempo muito maior para estruturar um site acessível.

    Como a tecnologia acelera o processo de acessibilidade digital

    Ao optar pela tecnologia, é possível realizar a implantação de recursos acessíveis rapidamente e tornar milhões de páginas acessíveis de uma vez só. A tecnologia traz uma solução mais simples para um problema que é bastante complexo e urgente.

    Ela surge, então, para desmistificar este mito de que a acessibilidade digital é difícil e quase impossível de ser realizada. Afinal, a tecnologia é aliada da inclusão.

    Além disso, a tecnologia EqualWeb vai além do que a Lei Brasileira de Inclusão hoje exige. Ela busca atender a característica de cada pessoa. Sendo assim, o usuário se torna o protagonista da navegação. O que isso significa? Ele faz as escolhas e ajusta o site da forma que melhor se adequa às suas necessidades.

    “No widget da EqualWeb, é possível contar com comando de voz ou iluminar os parágrafos. Essa é uma exigência da LBI? Não. Mas a gente traz como recurso”, comenta Ricardo Hechtman, Head de Inovação da EqualWeb Brasil.

    E uma vez que que o usuário configura os recursos na sua primeira visita à página, quando ele volta, não precisa fazer essa mudança de novo. A Inteligência Artificial guarda as suas preferências em todos os sites que ele entrar com a tecnologia EqualWeb. É uma experiência muito mais personalizada e customizada, onde a tecnologia se adequa ao que o usuário quer.

    Como as empresas podem se diferenciar dos concorrentes com a acessibilidade digital

    Pense só em um universo onde 99% dos sites não são acessíveis, e só a sua marca é acessível. Isso, por si só, já faz com que a sua empresa se diferencie dos concorrentes.

    Mas além disso, as marcas precisam entender que quando elas são acessíveis, elas influenciam não só as pessoas com alguma necessidade específica, mas também parentes, amigos, família, filhos e conhecidos. Agora multiplique esse número. São 45 milhões de pessoas com alguma deficiência, e cada pessoa dessa influencia, no mínimo, outras duas pessoas.

    Esse é ainda um grande mercado inexplorado e com um grande público. Um público que está carente de produtos e serviços inclusivos e acessíveis.

    Investindo na acessibilidade digital, seu negócio estará abrindo as portas para 60 milhões de pessoas, e isso pode gerar inúmeros benefícios para sua empresa: maior fidelização, mais vendas, mais acesso ao seu site, aproximação com a marca, e por aí vai!

    “Teve uma vez que a minha família ia fazer uma viagem com várias outras famílias amigas e eram dez famílias no total. A gente pegou um resort na Bahia e a Andrea estava junto. Quando a gente descobriu que o hotel não tinha um quarto acessível, as dez famílias mudaram o destino. O dono do hotel deve ter pensado: ‘eu acho que não vou atender pessoas com deficiência no meu hotel’. Nesse caso, ele perdeu uma reserva de dez famílias que iam ficar no hotel durante quatro dias. Só para vocês perceberem o impacto de ser acessível versus não ser acessível.”, comenta Jaques Haber, Head de Impacto da EqualWeb.

    Jaques vivencia a falta de inclusão diariamente, ao lado da sua mulher, Andrea Schwarz, que se tornou cadeirante há 20 anos atrás. Um ano depois de começar a namorar com Andrea, ela ficou na cadeira de rodas.

    Mas mesmo na cadeira de rodas, ambos perceberam que ela continuava a mesma pessoa. Só havia uma diferença: o mercado não a enxergava e não a reconhecia mais como consumidora ou profissional. “Isso foi o que fez com que a gente despertasse para esse problema que a sociedade tem.”, ressalta Jaques.

    A sociedade cresce e se desenvolve excluindo quem é, de alguma forma, diferente. Então, quando olhamos para a internet, é possível, na verdade, ver um reflexo da cultura de exclusão que ocorre na sociedade. Afinal, quando uma empresa desenvolve um site que não é acessível, ela está sendo excludente.

    “Do ponto de vista do negócio, não é só o certo a ser feito. Vai muito além disso. Porque se a gente fosse pensar só no que é certo, estaríamos pensando só em cumprir a lei. Mas também é o mais inteligente a ser feito, porque é possível se conectar com mais pessoas, gerar mais oportunidade, mais venda e melhorar todo o ecossistema.”

    Como trazer, então, essa importância da perda de valor para as empresas?

    Primeiro, existe uma demanda no mercado para que as empresas sejam mais humanas, e com a pandemia esse movimento de humanização se intensificou.

    O tema inclusão, diversidade e equidade está cada vez mais forte, e as redes sociais têm intensificado esse assunto.

    Sem ser acessível, o seu negócio corre o risco de manchar a reputação e a imagem da marca que foi construída ao longo do tempo. Vamos pensar no exemplo do Jaques sobre o cancelamento no resort localizado na Bahia. Ele poderia ter feito um comentário do Instagram dizendo que o hotel não possui quarto acessível e não prioriza o bem-estar de pessoas com deficiência. Isso, com certeza, geraria um conflito para o hotel e faria com que mais pessoas deixassem de se hospedar nele.

    A acessibilidade pode ser muito boa para o seu negócio!

    O mundo é diferente, mas as oportunidades devem ser iguais, não só em um estabelecimento ou edifício, mas também no ambiente digital. Afinal, as pessoas usam a internet diariamente para comprar, se informar, estudar, trabalhar etc. Alguma vez, sua empresa já parou, por exemplo, para pensar que pessoas com deficiência ou com alguma limitação deixam de comprar em sites que não são acessíveis? Pois é.

    Mas hoje, felizmente, já é possível ver muitos líderes de empresas que querem implementar a diversidade e a inclusão na sua cultura organizacional. Mas ainda há uma distância grande entre o discurso e a ação.

    Quando as empresas começarem a entender que a acessibilidade digital faz sentido e gera benefícios, ela vai começar a crescer numa velocidade ainda maior. O que temos para dizer é: a acessibilidade digital é uma tendência e uma urgência, e a sua marca precisa investir nisso!

    Diversidade é um fato, mas inclusão é um ato. E só depende de nós.

    E todos saem ganhando. Não há perdedores. A BCR.CX já entrou nesse game!

    “É muito bom que a BCR CX esteja acompanhando a gente neste movimento e inspirando outras marcas a participar. A marca é realmente o motor de transformação da sociedade”, exalta Ricardo Hechtman.

    Quer fazer parte também? Você pode testar o widget disponível na página para saber como funciona a tecnologia ou entrar em contato com a EqualWeb através do site: www.equalweb.com.br


A EqualWeb é uma das soluções líderes globais em acessibilidade digital. Há 6 anos, vem tornando sites e conteúdos digitais acessíveis para pessoas que possuem alguma necessidade especial.

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